domingo, 6 de maio de 2012
Terra - A Terceira Pedra do Sol - parte 1
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O Mistério da Libélula
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Energia Pura
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
PALAVRÕES TAMBÉM SÃO IMPORTANTES
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos
extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de
expressões que traduzem com a maior fidelidade, nossos mais fortes
e genuínos sentimentos. É o povo fazendo sua língua. Como o Latim
Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
Sem que isso signifique a "vulgarização" do idioma, mas apenas sua maior
aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios,
seus sentimentos, suas emoções, seu jeito, sua índole.
"Pra caralho", por exemplo.
Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que
"Pra caralho"? "Pra caralho" tende ao infinito, é quase uma
expressão matemática.
A Via- Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o
Universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?
No gênero do "Pra caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta
negação, está o famoso "Nem fodendo!". O "Não, não e não!", assim como o
"Absolutamente Não" já soam sem nenhuma credibilidade.
O "Nem fodendo" é irretorquível, e liquida o assunto.
Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades
de maior interesse em sua vida.
Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra
ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo
um definitivo "Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!".
O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a
turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Paulinho da Viola.
Por sua vez, o "porra nenhuma!" atendeu tão plenamente às
situações onde nosso ego exigia, não só a definição de uma negação, mas
também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente
impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano
profissional.
Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um "é
PhD porra nenhuma!", ou "ele redigiu aquele relatório sozinho
porra nenhuma!". O "porra nenhuma", como vocês podem ver, nos
provê sensações de incrível bem estar interior. É como se
estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha.
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um
"Puta-que-pariu!", ou seu correlato "Puta-que-o-pariu!", falados
assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante qualquer um "puta-que-o-pariu!"
dito assim te coloca outra vez em teu eixo. Teus neurônios têm o devido
tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que te permitirá
dar um merecido troco ou te safar de maiores dores de cabeça.
E o que dizer de nosso famoso "vai tomar no cu!"?
E sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai tomar no meio do
seu cu!". Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio, e aos
seus, quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha
de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai tomar no meio do seu cu!".
Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima.
Desabotoa a camisa e sai à rua, vento batendo na face, olhar
firme, Cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado
amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão
de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu!".
E sua derivação mais avassaladora ainda:
"Fodeu de vez!".
Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para
uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora
complicação?
Expressão, inclusive, que, uma vez proferida, insere seu autor em todo um
providencial contexto interior de alerta e auto-defesa.
Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos
do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia
atrás de você mandando você parar:
O que você fala? "Fodeu de vez!".
Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela fala.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?
O "foda-se!" aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Me liberta.
"Não quer sair comigo? Então foda-se!". "Vai querer decidir
essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda- se!".
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição
Federal.
Liberdade, Igualdade, Fraternidade e Foda-se
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
HOMEM X CARNE
Nossos ácidos estomacais são muito mais fracos porque ácidos fortes não são necessários para digerir comida já pré mastigadas como frutas e vegetais. Comparando os ácidos dos carnívoros com herbívoros, fica óbvio que os humanos se encaixam na segunda categoria. Os humanos podem cozinhar a carne para matar um pouco das bactérias e facilitar na hora de mastigar, mas fica claro que os humanos, diferentemente dos carnívoros, não foram designados para digerir carne.
Carnívoros têm um sistema intestinal e cólon que permitem a passagem da carne de forma relativamente rápida, antes que a carne tenha alguma chance de apodrecer e causar doenças. Humanos, por outro lado, têm sistema intestinal muito mais longo que dos carnívoros. Assim como outros herbívoros, intestinos longos permitem que o corpo leve mais tempo para “quebrar” fibras e absorver os nutrientes de uma dieta de um não carnívoro.
O longo sistema intestinal humano na verdade é um fato de alto risco para aqueles que comem carne. A bactéria na carne acabam tendo tempo de sobra para se multiplicar durante a longa viagem pelo intestino, e a carne começa a apodrecer enquanto ainda passa pelo intestino. Muitos estudos também mostraram que a carne causa câncer de cólon em humanos.
Comparando a nossa anatomia fica ilustrado o fato de que o corpo humano foi contruido para se basear em uma dieta vegetariana. Humanos não têm absolutamente nenhuma das características que os carnívoros ou até mesmo onívoros naturais têm.
Principais Diferenças:
MÚSCULOS FACIAIS
CARNÍVOROS: Reduzidos, para permitir uma abertura maior
ONÍVOROS: Reduzidos
HERBÍVOROS: Bem desenvolvidos
HUMANOS: Bem desenvolvidos
MASTIGAÇÃO
CARNÍVOROS: Nenhuma; engole comida por inteiro
ONÍVOROS: Engole comida por inteiro e/ou a esmaga
HERBÍVOROS: Mastigação extensiva necessária
HUMANOS: Mastigação extensiva necessária
MOVIMENTAÇÃO DA MANDÍBULA
CARNÍVOROS: Cortante; Movimentação mínima para as laterais
ONÍVOROS: Cortante; Movimentação mínima para as laterais
HERBÍVOROS: Boa movimentação lateral e de cima para baixo
HUMANOS: Boa movimentação lateral e de cima para baixo
SALIVA
CARNÍVOROS: Não há enzimas digestivas
ONÍVOROS: Não há enzimas digestivas
HERBÍVOROS: Enzimas digestivas de carboidratos
HUMANOS: Enzimas digestivas de carboidratos
DENTIÇÃO ( INCISIVOS )
CARNÍVOROS: Curtos e pontudos
ONÍVOROS: Curtos e pontudos
HERBÍVOROS: Achatados, grandes e em forma de espada
HUMANOS: Achatados, grandes e em forma de espada
DENTIÇÃO ( CANINOS )
CARNÍVOROS: Longos, afiados e curvados
ONÍVOROS: Longos, afiados e curvados
HERBÍVORO: Curtos e não afiados/ou longos ( para defesa )/ ou nenhum
HUMANOS: Curtos e não afiados
DENTIÇÃO ( MOLARES )
CARNÍVOROS: Afiados, cortante e em formato de lâmina
ONÍVOROS: Lâminas afiadas e/ou achatadas
HERBÍVOROS: Achatados com elevações VX camada complexa
HUMANOS: Achatados com elevações nodulares
ACIDEZ ESTOMACAL
CARNÍVOROS: Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
ONÍVOROS: Menor ou igual à PH de 1 com comida no estômago
HERBÍVOROS: PH de 4 ou 5 com comida no estômago
HUMANOS: PH de 4 ou 5 com comida no estômago
SISTEMA INTESTINAL
CARNÍVOROS: De 3 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
ONÍVOROS: De 4 à 6 vezes maior que o comprimento do corpo
HERBÍVOROS: De 10 até 12 vezes maior que o comprimento do corpo
HUMANOS: De 10 até 11 vezes maior que o comprimento do corpo
UNHAS
CARNÍVOROS: Garras afiadas
ONÍVOROS: Garras afiadas
HERBÍVORO: Unhas achatadas ou casco sem garras, sem pontas
HUMANO: Unhas achatadas
SUOR
CARNÍVOROS: Suam pela lingua
ONÍVOROS: Suam pela lingua
HERBÍVOROS: Suam pela pele
HUMANOS: Suam pela pele
Fonte: http://www.vivaosanimais.com.br
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ais Dhammo Sanantano
Ais Dhammo sanantano - essa é a lei eterna e inesgotável: sua natureza é tornar-se Deus.
O homem é um Deus em potencial, um bodhisattva.
O significado do homem é tornar-se Deus. Menos do que isso não irá satisfazer você, menos do que isso não terá utilidade.
Você pode ter todo o dinheiro do mundo, todo o poder, todo o prestígio possível, e ainda assim você permanecerá vazio.
A não ser que a sua natureza divina floresça, abra os seus botões, a não ser que você se torne um lótus, mil pétalas de lótus, a não ser que a sua divindade seja revelada a você, você nunca estará satisfeito.
OSHO



